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A ciência médica comprova que a obesidade causa doenças e diminui o tempo da vida humana

 

O excesso de peso contribui para as seguintes doenças:

Hipertrofia Ventricular.
O coração de uma pessoa acima do peso tem que “trabalhar” mais e isso com o tempo determinará o aumento do músculo cardíaco.
A hipertrofia do ventrículo esquerdo pode evoluir para a insuficiência cardíaca, gerar arritmias e causar morte súbita.
A obesidade é um dos principais fatores de risco do infarto do miocárdio.

Hipertensão.
É um problema comum entre os obesos que tem a insulina elevada, pois esse hormônio influi na constrição dos vasos sanguíneos e favorece a retenção de água e sódio.
O ganho de peso e a ingestão de sal são os principais determinantes do aumento da pressão arterial que ocorre com a idade e que é a causa de 40% das mortes por acidente vascular cerebral.
 
Varizes.
As varizes são veias dilatadas com diversos diâmetros e comprimentos nas quais ocorre represamento do sangue.
A obesidade abdominal dificulta o retorno do sangue para o coração o que faz dilatar as veias das pernas. Também as hemorroidas, que são varizes, estão mais presentes nos obesos.
 
Trombose.
Os obesos apresentam um risco três vezes maior de apresentar trombose que é um coágulo de sangue dentro do vaso sanguíneo. Isso acontece mais entre as mulheres.
 
Asma.
A asma é mais frequente em pessoas com sobrepeso e obesas.
Está relacionada a uma substância capaz de provocar o fechamento dos brônquios chamada eotaxina.
Quanto maior a massa gordurosa maior a quantidade de eotaxina produzida pelo corpo.
A prevalência de asma em mulheres com obesidade leve é de 10%, nas com obesidade moderada de 13% e nas com obesidade grave de 18%.
Muitos obesos melhoram da asma após emagrecerem.
 
Apneia do Sono.
A parada respiratória durante o sono é comum entre os obesos por eles apresentarem excesso de gordura na região do pescoço o que torna a faringe mais estreita e facilita o seu fechamento involuntário. Cada vez que isso acontece há a liberação de hormônios que elevam a pressão arterial e os batimentos cardíacos.
Este problema atinge mais da metade dos obesos mórbidos.
 
Refluxo Gastresofágico.
No final do esôfago existe um esfíncter (válvula) que quando não funciona adequadamente permite que o conteúdo do estômago reflua provocando azia, dor ao engolir e sensação de sufoco noturno. O emagrecimento diminui esses sintomas.
 
Esteatose Hepática.
É o acúmulo de gordura no fígado.
Quando há um excesso de gordura o fígado não consegue metabolizá-la e parte dela se acumula no órgão o que poderá desenvolver cirrose ou fibrose.
Quase todo obeso mórbido tem altos níveis de gordura no fígado.
 
Cálculo Biliar.
O colesterol aumentado nos obesos é responsável por 75% dos casos de formação de cálculos (pequenas pedras) na vesícula biliar, órgão localizado no lobo inferior direito do fígado onde é armazenada a bílis.
Alguns deles permanecem na vesícula e não causam sintomas.
Outros ficam presos no duto biliar e bloqueiam o fluxo da bile para o intestino, causando a cólica biliar. Dois terços dos indivíduos obesos sofrem deste problema
 
Neoplasias.
Os obesos têm deficiência de um tipo de linfócito que combate as células mutantes.
O aumento da massa de gordura é um fator de risco para as mulheres desenvolverem câncer de mama, de endométrio, de colo do útero, de vesícula biliar e de ovário.
Nos homens a obesidade está relacionada com o câncer de próstata e de intestino grosso.
 
Ovário Policístico.
A obesidade contribui para a síndrome dos ovários policísticos.
A mulher que sofre de ovários policísticos produz uma quantidade maior de andrógenos, hormônios masculinos, os quais fazem com que ela menstrue a cada dois ou três meses, e em alguns casos, uma vez ao ano.
Além da irregularidade menstrual acontecem outros sintomas como o aumento dos pelos corporais, acne, acúmulo de gordura no tronco e perda dos cabelos.
 
Infertilidade e Gravidez de Risco.
A gordura provoca alterações da menstruação e a mulher obesa tem mais dificuldade para engravidar.
Quando a gravidez acontece é muitas vezes de “alto rico”.
Os resultados da ultrassonografia nessas mulheres são imprecisos, pois o excesso de gordura atrapalha o exame.
 
Gota.
A Gota é o distúrbio do metabolismo do ácido úrico que na forma de cristais de urato de sódio se deposita nas articulações e tendões provocando inflamações.
Os pacientes com excesso de ácido úrico podem evoluir para um quadro de insuficiência renal.
Observa-se a associação de obesidade com a Gota principalmente em obesos sedentários.
 
Osteoartrite.
O excesso de peso corporal esta associado com o desenvolvimento de Osteoartrite nos joelhos.
A sobrecarga acentua a dor nas articulações dos membros inferiores e na coluna lombar.
É a causa mais incapacitante das doenças articulares associadas á obesidade.
 
Aterosclerose.
Os obesos têm baixa taxa de HDL, o colesterol bom que diminui o risco de ataque cardíaco e que ajuda a remover o colesterol ruim (LDL) das paredes das artérias.
Isso contribui para que apresentem a Aterosclerose que é um processo inflamatório crônico alimentado pela deposição de placas de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos.
Chamadas de Ateromas elas prejudicam o funcionamento de órgãos vitais causando o Infarto do Miocárdio ou provocando o Acidente Vascular Cerebral.
 
Síndrome Metabólica.
Gordos e magros podem sofrer da chamada Síndrome Metabólica também conhecida como a Síndrome de Resistência à Insulina.
O aumento da insulina e o excesso dos ácidos graxos livres e do açúcar no sangue promovem o aumento dos radicais livres e das proteínas pró-inflamatórias associadas ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, acidentes vasculares cerebrais e diabetes tipo II.
Quase metade da população acima dos 30 anos tem ou terá doenças associadas à Síndrome Metabólica, caracterizada por obesidade abdominal, glicose em jejum aumentada, hipertensão arterial, redução do índice de HDL colesterol e aumento das taxas de triglicérides e do LDL colesterol.
O processo começa pelo menos 10 anos antes dos sintomas se apresentarem e tende a acelerar conforme a pessoa envelhece.
Mantendo o índice de massa corporal (IMC) inferior a 30, teremos uma redução de 60% nos casos de diabetes ligados à obesidade.
A ocorrência de  doenças como a hipertensão, dislipidemias, aterosclerose e ácido úrico alto igualmente diminui.

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